O ‘Garrincha’ da ponta-esquerda

“Um pé de ouro 
Um peladeiro 
Mata no peito e beija o sol 
Balão de couro 
Bola de efeito 
Mas que perfeito é o futebol”

Canhoteiro. Sonho inteiro, vê-lo jogar foi um prazer que poucos tiveram.

Canhoteiro. Um rei na ponta-esquerda. Todo mundo queria vê-lo driblar, insinuar, perpetuar o que é mais belo no futebol, tirando o gol: a FINTA.

Canhoteiro. Vivia na noite, mas de dia era um gatuno; passava rasante, deixando o adversário sem reação.

Canhoteiro. Um ponta-esquerda que nem ele, nunca mais será visto. Ele era um “Severino”, um “José”, um “João”, um “Josefino”.

Enfim, Canhoteiro era o que Garrincha foi na ponta-direita: Um malandro da mais alta estirpe, que acabava com o jogo, com um finta, e chutava de maneira mortal.

Coitado do goleiro. Chute do Canhoteiro era GOL. Um GOL na vida, um GOL no destino. Um GOL de Canhoteiro.

“Um belo drible 
Decide o jogo 
No grande baile do futebol 
Só um artista 
Um canhoteiro 
Acende a tarde inventa o sol”
(Ambos os trechos citados no texto são da música ‘Canhoteiro’, escrita pro Raimundo Fágner e Zeca Baleiro).

Arte do Futebol. Um blog futebolisticamente artístico.

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