‘Príncipe Etíope’. Grande até no apelido. (Mestre Didi – parte 2)

Essa foi a foto mais esplêndia que eu achei do Didi, co outro Mestre: Telê Santana. Está faltando esse companherismo no futebol, vocês não acham?

Como eu já antecipei na 1ªparte, seria muito pouco falar de tão grandioso jogador em um único texto.
Aqui está o 2º – e último, para minha tristeza – texto sobre o Mestre Didi.

Didi sempre mostrava seu estilo de jogo, leve, cadenciado, organizado, como um típico armador mesmo.

Antes de Pelé, era Didi e mais dez.
Durante a era Pelé, chegou a ser Pelé, Didi e Garrincha e mais oito.
Mas sempre colocavam Didi.

Só saiu da Seleção porque se aposentou, e foi buscar outros ares.

Virou treinador, usou os ensinamentos que recebeu de Vicente Feola e de Aymoré Moreira, nos dois títulos mundiais, para levar uma seleção peruana que tinha uma boa geração, com Cubillas e cia. a conquistar um lugar de destaque na imprensa futebolística mundial.

Didi fez muito, e ainda faz pelo futebol mundial.

Sempre foi um referencial. E conseguiu ser referência em uma época que não tínhamos nada além do rádio e da imaginação.

Enfim, Didi foi nas décadas de 50 e 60 para o futebol brasileiro, o que Pelé foi anos mais tarde; a referência, o ‘cavalo’ de todo jogo de xadrez, o Mestre.

Creio que agora pude homenagear de forma convincente.

Obrigado Mestre.
Obrigado Didi.

Arte do Futebol. Um blog futebolisticamente artístico.
Amanhã: Aymoré Moreira; o homem que levou o Brasil ao Bi-Mundial, repetindo o que a Itália fez – e sem ameaçar nenhum jogador de morte.

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