Entrevista: André Rocha


Por Cleyton Santos
O futebol atual agora, é uma caixinha de surpresas? Será mesmo? Após anos de futebol de muito toque de bola e com pouca ou até nenhuma marcação, vimos que agora, o jogo é mais rápido, com os laterais abusando e indo até a linha de fundo, e também um jogo mais pegado. Quem não marca certo, não joga.

Essas foram algumas das constatações que tivemos ao conversar com o jornalista do GloboEsporte.com André Rocha, que comanda o blog “Olho Tático”, que se tornou em uma espécie de referência no que diz respeito a análises de partidas e táticas.

Como é de costume no site, começamos perugntando sobre jogadores que não tiveram muita mídia, ams que atuaram muito bem e porque eles não tinham todo esse sucesso; ele apontou Delei , meia que atuou pelo Fluminense na década de 80, e Carlos Alberto Santos, que foi destaque do Botafogo no final da década de 80 e início dos anos 90.

Para ele, esses jogadores não sabiam mexer com a sua imagem, e não tinham contato com a imprensa.

Já sobre a valorização dos jogadores, André foi mais concisso, sobre a atitude das diretorias em não valorizar seus antigos jogadores. “Reprovável, mas compreensível num ambiente em que a maioria dos jogadores só é valorizada enquanto está em atividade e dando lucros”, afirma o jornalista.

O assunto “imprensa” não poderia fugir, até mesmo lembrando de casos como o do atacante Neymar, que sofreu com problemas extra-campo recentemente. Ele saiu “á francesa”, dizendo que o termo “imprensa” têm que ser colocado com muito cuidado, pois existem jornalistas éticos e honestos.

Já sobre Neymar e Paulo Henrique Ganso, que ganharam fama e notoriedade, André disse que o risco deles sumirem da imprensa é mais pela forma como vão conduzir as suas respectivas carreiras.

Sobre o futebol atual, em comparação ao de décadas atrás, o jornalista diz que o futebol avançou em todos os aspectos, tanto que só faz uma ressalva, que seria a realização da Copa do Mundo no início do ano, não na metade do ano, por conta do desgaste das temporada européia, que, na maioria dos países, termina em Maio.

Um jogador que ele queria ver atualmente jogando? “Romerito, craque ultramoderno do Fluminense, e Adílio, de técnica e habilidade impressionantes e era quase tão decisivo quanto Zico no Flamengo dos anos 1980.”, cravou o jornalista.

No ponto de vista de André, o boleiro se diferencia do jogador profissional pelo compromisso com a função de jogador.

Para completar, pedimos uma escalação inesquecível. Mas parece que foi pouco, pois ele escalou dois times.

Brasileira? Taffarel, Jorginho, Aldair, Mauro Galvão e Roberto Carlos; Didi, Gérson, Zico e Pelé; Garrincha e Romário. Técnico: Zagallo

Mundial? Buffon; Jorginho, Bobby Moore, Beckenbauer e Roberto Carlos; Didi, Zidane, Pelé e Maradona; Garrincha e Cruyff. Técnico: Rinus Michels.

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2 comentários sobre “Entrevista: André Rocha

  1. Pelo menos nessa entrevista o Sr. André Rocha não esconde que é torcedor do fRamengo. Ele deveria ser mais isento nas suas opiniões no Globo.com, ou pelo menos tentar esconder que é torcedor do queridinho da rede Globo.

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