Hugo de Léon, o capitão gremista que deu o sangue pela Libertadores

Hugo de León segurado a taça da Libertadores, ao lado do jovem Renato Gaúcho. FONTE: clicRBS

Zagueiro levantou a taça de campeão da América em 1983 e acabou tendo o rosto banhado de sangue

O uruguaio Hugo Eduardo de León Rodrigues, nasceu no dia 27 de fevereiro de 1958 na cidade de Rivera. O zagueiro de 1,87m iniciou sua carreira futebolística em 1977 defendendo o Nacional-URU, seu time de coração. Com 17 anos, o defensor era o capitão da equipe.

Em 1980, o zagueiro foi campeão do Mundialito com a Seleção Uruguaia. Além disso, conquistou com o Nacional, a Taça Libertadores da América e o Mundial Interclubes. Após três anos no clube do coração, De León assina contrato com o Grêmio. No ano seguinte, ele conquista o Campeonato Brasileiro.

Ainda defendendo o Grêmio, De Léon conquista a Libertadores e o Mundial Interclubes em 1983. Na conquista da América aconteceu algo curioso com o zagueiro. Na hora de levantar a taça, ele a colocou na cabeça e em seguida seu rosto estava banhado em sangue.

Seu companheiro de Grêmio na época, Tita comentou sobre o assunto. “Na hora que o De Léon foi levantar a taça, o De Léon colocou a taça na cabeça. A emoção dele era tão grande, que por dentro da taça tinha um parafuso. E na hora que ele levantou a taça, ele veio e encaixou a taça na cabeça e o parafuso entrou na cabeça dele”.

De Léon fala sobre o assunto. “Só fiquei sabendo que estava escorrendo sangue no vestiário, porque o roupeiro me avisou. Eu não sei como apareceu o sangue no meu rosto. Se algum outro ficou sabendo, deveria ter me avisado antes”.

Passado este fato e os títulos do Grêmio, De Léon teve passagens por Corinthians (1984), Santos (1986 e 1987), Logroñes-ESP (1987 e 1988), River Plate (1989 e 1990), Botafogo (1991) e Toshiba-JAP (1991 e 1992).

Além destes clubes, De Léon defendeu duas vezes o Nacional, do Uruguai seu time de coração. Antes de atuar pelo River Plate- ARG, ele voltou ao clube uruguaio e jogou entre 1988 e 1989. E o zagueiro encerrou a carreira na equipe na sua terceira passagem que foi de 1992 a 1993.

Já aposentado, De Léon tentou a carreira como técnico. Em 1997, o primeiro desafio dele foi o Fluminense, porém devido os resultados abaixo do esperado, ele acabou sendo demitido do Tricolor carioca.

No ano seguinte, De Léon realiza o sonho de treinar o Nacional, equipe do coração. O zagueiro voltou a dirigir o time uruguaio em 2000 e 2001, nas três passagens pelo clube, ele conquistou o Campeonato Uruguaio.

Três anos se passaram e ele aceitou o convite do Monterrey, do México, porém não obteve o mesmo sucesso no Nacional. Já em 2005, De Léon assumiu o Grêmio, mas devido a falta de resultados, o técnico acabou sendo demitido do Tricolor gaúcho.

Títulos como jogador

Mundialito com a Seleção Uruguaia em 1980
Campeonato Uruguaio com o Nacional em 1977, 1980 e 1992
Campeão da Libertadores da América com o Nacional em 1980 e 1989
Campeão do Mundial Interclubes com o Nacional em 1980 e 1989
Copa Interamericana com o Nacional em 1988
Recopa Sul-Americana com o Nacional em 1989
Campeonato Brasileiro com o Grêmio em 1981
Campeão da Libertadores da América com o Grêmio em 1983
Mundial Interclubes com o Grêmio em 1983
Campeonato Argentino com o River Plate em 1989 e 1990

Conquistas como técnico
Campeonato Uruguaio com o Nacional em 1998, 2000 e 2001

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5 comentários sobre “Hugo de Léon, o capitão gremista que deu o sangue pela Libertadores

  1. ele não deu sangue pela libertadores bando de burro. Ele enfiou a cabeça num parafuso que fica dentro da taça . Meu Deus quanta ignorância

  2. Olá Lucas. Antes de nada, obrigado pelo comentário.

    No texto, o Diego quis falar sobre a história do Hugo de León, e como ele ficou conhecido para a torcida do Grêmio, como um jogador raçudo, que não perdia uma bola….Enfim, que era um exemplo de entrega para os outros jogadores do elenco tricolor.

    A gente sabe (e bem) desse caso da taça (tanto que ela consta no texto, no quarto parágrafo), mas só colocamos a foto pois ela se tornou emblemática não apenas para a história do Grêmio, mas também para a história da relação do Grêmio com o Hugo de León, que até hoje é lembrado pelos gremistas pela raça e pela entrega em campo.

    Novamente, muito obrigado pelo comentário.

    Sds.

    Cleyton Santos

  3. esse lucas maciel deve ser colorado para falar essa bobagem. seja realista rapaz, vcs nunca tiveram um capitão assim como o de leon, #recalque

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